Categoria: Brasil

Redacao17 de janeiro de 2020
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2min00

Foi diagnosticado com morte encefálica nesta sexta-feira (17), o Policial Penal: Juraci Santos Duarte, ex-diretor do Centro de Ressocialização Cone Sul, de Vilhena em Rondônia.

Ele foi internado na UTI do Hospital Municipal de Cuiabá, no dia 12 de janeiro, após passar mal durante a tradicional Corrida de Reis, um circuito de rua realizado há quase quatro décadas em Mato Grosso.

Novos exames clínicos e laboratoriais deverão ser realizados hoje e amanhã para confirmar o quadro irreversível. Dois irmãos de Duarte viajaram para acompanhar o caso e terão que tomar a decisão sobre o momento de desligar os aparelhos que mantêm o consanguíneo vivo. A esposa do agente está na capital.

No dia que foi internado Duarte passou por exames, mas nenhuma anormalidade havia sido diagnosticada. Já na segunda-feira, dia 13, ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e foi submetido a uma cirurgia de urgência.

Segundo informações da família, Juraci era instrutor físico e mantinha um rítmo constante de atividades físicas, hábitos saudáveis e era conhecido pelo trabalho em academias de Vilhena. O policial tinha 40 anos de idade e também seguia uma carreira política, sendo candidato a deputado estadual em Rondônia no ano de 2018.

As causas que levaram à morte encefálica ainda deverão ser apontadas em um laudo médico. A suspeita recai sobre uma tromboembolia, “que é uma doença que começa quando coágulos, os trombos, são formados em veias ou artérias e podem se deslocar causando bloqueio à passagem do sangue. Esse deslocamento pode levar a casos graves, como embolia pulmonar, AVC e até amputações de membros”.

 

Fonte: Vilhena Notícias

Foto: Reprodução/Rede social


Redacao17 de janeiro de 2020
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6min00

Durante entrevista ao Jornal do Meio Dia, na TV Vila Real, o presidente da Ager-MT (Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados), Fábio Calmon, disse que em tese, seria possível realizar o pedido de recisão do contrato com a Energisa, mas isso depende da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

“É possível, sim, solicitar. Mas quem analisa isso é a Aneel. Vou deixar claro aqui que é uma competência federal. A Ager regula a questão da fiscalização feita pela Aneel, mas é complicado falar agora nesta altura do campeonato em caducidade”, disse o presidente da Ager.

Em contrapartida, o relator da CPI que investiga a Energisa na Assembleia Legislativa, o deputado Carlos Avalone (PSDB), ponderou que a decisão, de pedir a rescisão do contrato com a concessionária, é precipitada, já que ainda existem alguns pontos para serem averiguados. Ele informou que vai apresentar o relatório final da CPI ao Poder Executivo, em Brasília, para que as falhas na prestação de serviços e cobranças abusivas na conta de energia sejam solucionadas.

No decorrer da entrevista, Fábio Calmon ressaltou ainda, que Mato Grosso é um dos poucos estados que tem a delegação de competência por meio da Agência Estadual de Regulação, que é a Ager. “A Aneel delegou algumas competências para a Ager. Vou deixar claro aqui que a tarifa, o valor, é feita pela União. A Ager não tem competência nenhuma para regular o valor tarifário. Mas reclamações, qualidade de serviços, a Ager, sim, é competente”, explicou.

E em relação à fiscalização, Fábio Calmon ressaltou que a Ager vem fazendo sua parte. Ele contou que apenas no ano passado, a Ager aplicou mais de R$ 5 milhões em multas contra a Energisa. “A Energisa pode recorrer destas multas e quem julga na instância final é a Aneel”, explicou. “Todas as reclamações que chegam para a Ager são verificadas e caso haja irregularidades. A Ager aplica a multa para a Energisa”, acrescentou.

Segundo ele, a maior parte das multas foi referente à reclamações. Porém, se verificou que muitas destas reclamações foram registradas pela Energisa junto à Aneel como informações, o que maquiaria a realidade e favoreceria, ao mesmo tempo, a empresa, que tem metas a cumprir e significaria para ela uma melhor posição no ranking das concessionárias. “Foram constatadas algumas irregularidades. Cabe a ela recorrer e explicar porque ocorreu isso, se foi um erro ou se ela realmente fez isso para melhorar suas metas”, observou Fábio Calmon.

presidente da Ager-MT pediu à sociedade que denuncie os casos de abuso na cobrança das tarifas. “Estas reclamações são muito importantes até para valer seu direito futuro. Ou seja, eu vejo algumas reclamações por vídeo, mas sem o registro formal. É importante que estes registros sejam formalizados até para que a Ager, o Procon, e outros órgãos de controle tenham isso em mãos para analisar a qualidade dos serviços prestados pela Energisa”, recomendou.

Por fim, o presidente da Ager colocou os telefones da Agência à disposição da população. Por meio do 0800 647 6464, as reclamações podem ser feitas durante o horário comercial, de segunda a sexta-feira. Já pelo aplicativo WhatsApp, o cidadão pode enviar as reclamações pelo (65) 98435-7458 em qualquer horário. “A sociedade precisa reclamar para a Ager também, não só pelo Procon, que é um órgão competente, mas também pela Ager, que é o link com a Anatel”, disse Calmon, que lembrou, também, que o próprio Ministério Público pode ser acionado se houver indícios graves de irregularidades.

 

Fonte: FolhaMax

 

 


Redacao15 de janeiro de 2020
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13min00

Reportagem especial do jornal El País mostra quem são os parlamentares mais ricos do Congresso Nacional. Entre os ‘Top 10’ está o senador Jayme Campos (DEM), com patrimônio avaliado em R$ 35 milhões, segundo a publicação.

A matéria jornalística discute temas como a taxação das grandes fortunas e a desigualdade fiscal em relação à porção mais pobre no Brasil. Alguns deputados e senadores entrevistados disseram ser favoráveis à cobrança maior de impostos sobre os mais ricos. Outros disseram que os empresários já sofrem com alta carga tributária.

Segundo o site nacional, o ex-prefeito de Várzea Grande e ex-governador de Mato Grosso é o sexto parlamentar mais rico do país. Muitos questionam o valor declarado de “módicos” R$ 35 milhões.

 

VEJA A ÍNTEGRA DA REPORTAGEM

 

Os parlamentares mais ricos do país

Alexis Fonteyne é um privilegiado. Deputado federal eleito pelo Novo de São Paulo em 2018, esse estreante na política se encontra no topo da pirâmide social brasileira. O salário base recebido na Câmara soma 33.763 reais mais penduricalhos (auxílios e outras verbas), e só isso já bastaria para colocar o empresário do ramo de revestimentos industriais em um seleto estrato do qual faz parte apenas 1,6% da população do país, segundo dados da Receita Federal. Mas perto da fortuna de Fonteyne o ordenado de parlamentar é quase nada: ele declarou ao Tribunal Superior Eleitoral um patrimônio superior a 28,8 milhões de reais.

E Fonteyne não é exceção: os parlamentares formam uma espécie de clube de milionários. Quase a metade dos integrantes da Câmara declarou nas eleições de 2018 ter mais de um milhão de reais, enquanto no Senado esse patamar chega a quase 66%. Cabe a essa elite financeira definir políticas públicas e reformas que impactam diretamente na desigualdade, no desemprego e na concentração de renda no país. O quão distante financeiramente estão esses deputados e senadores de suas bases eleitorais? Um relatório da ONG Oxfam feito com base em dados do banco Credit Suisse dá a dimensão do abismo econômico: o patrimônio do brasileiro médio é de 12.000 reais. Além disso, quase 104 milhões de brasileiros viviam, em 2018, com apenas 413 reais per capita, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua.

Dando vida à máxima de que dinheiro atrai dinheiro, Fonteyne, que é o oitavo parlamentar mais rico do Congresso Nacional, recebeu uma restituição em seu Imposto de Renda de 12.000 reais. Ou seja, o que o brasileiro médio tem de patrimônio o deputado recebeu como depósito em conta corrente direto do Fisco. Não teve que pagar nada em sua declaração anual. Mas ele não se mostra indiferente a essas discrepâncias. “Normalmente tenho restituição no Imposto de Renda por causa da distorção do sistema tributário brasileiro. Como sócio de empresa tenho rendimentos não tributáveis. E como tenho três filhos e esposa, tenho direito a deduções com educação e saúde”, explica.

Esse é um dos problemas identificados do sistema tributário brasileiro. “As deduções de serviços de saúde e educação são uma grande disfuncionalidade, beneficiam muito os mais ricos”, explica Thales Nogueira, economista e pesquisador da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Para o professor, as alíquotas priorizam taxar o consumo em detrimento da renda, prejudicando diretamente a parcela mais pobre da população. “O Brasil hoje tem 22,4% de carga de tributos sobre renda, 40,9% de impostos sobre bens e serviços. A média dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico é de 33,6% de impostos sobre a renda, e 32% sobre bens e serviços”.

O deputado Fonteyne coloca uma condição para que concorde, num futuro, em ampliar sua colaboração fiscal. Indagado se deveria ser mais tributado, responde: “Eu acho que eu deveria ter mais lucro na minha empresa, e aí sim ser tributado na distribuição de lucros e dividendos”, afirma. “O sistema tributário que temos hoje é uma máquina de exclusão social”, diz. “Aqui o pequeno investidor não tem chance de empreender. E o grande perde competitividade, quebra empresa ou monta sua companhia em outros países. O sistema tributário não pode atrapalhar.”

Existe uma dificuldade no Congresso para aprovar projetos que tributem renda, tendo em vista que a maioria dos parlamentares é milionária? “Não vejo má vontade para tributar a renda. Falo por mim. Tenho boa rentabilidade e fui para Brasília porque eu quero incluir todo o Brasil [na distribuição de renda]”, diz o parlamentar do Novo, pque surgiu com a bandeira de ser uma sigla essencialmente liberal.

O Congresso conta com ferramentas para enfrentar a desigualdade. Uma delas está na mesa e prestes a se tornar um debates mais importantes do ano: a proposta de reforma tributária. Tramita na Câmara a Proposta de Emenda à Constituição 45, de autoria de Baleia Rossi (MDB-SP), ele próprio um multimilionário que declarou mais de 2 milhões de reais de bens ao Tribunal Superior Eleitoral. O pacote prevê a unificação de tributos, mas não mexe na carga tributária ou nas alíquotas, algo que é considerado fundamental para reduzir a desigualdade.

Entre os congressistas milionários há os abertamente favoráveis ao aumento na tributação sobre renda. Dono de uma fortuna de mais de 119 milhões de reais, que o coloca no terceiro lugar do pódio dos parlamentares mais ricos, o deputado federal estreante Luiz Flávio Gomes (PSB-SP) lamenta que só agora “o Congresso começa a despertar para o problema da desigualdade, agora que a água começa a chegar no nosso pescoço”. Para ele, “é preciso crescer combatendo as desigualdades, senão teremos risco de comoção social e violenta, como ocorre no Chile”, diz, em referência aos protestos que tomaram conta do país desde outubro. O parlamentar, fundador de uma rede de ensino telepresencial, endossa o discurso de que os super-ricos são beneficiados na cobrança de impostos: “Eu e todos os milionários do mundo pagamos menos imposto do que os pobres. E nosso sistema é regressivo, o pobre paga muito mais impostos. Então existe uma subtributação da riqueza”. Gomes considera a PEC 45 uma “reforma genérica e burocrática”.

Para Gomes, a demora do Congresso em realizar uma reforma tributária que corrija os privilégios de milionários tem a ver com uma certa “má vontade” dos parlamentares, aliada ao fato de que o poder econômico está entrelaçado com o político no Brasil. “Nós temos uma tradição de domínio das classes ricas [que estão na Câmara e no Senado]. Elas dominam não só a economia e as finanças mas também a política”, diz.

A constatação de Gomes sobre seu privilégio tributário é quase um tabu no Brasil, mas não é novidade no mundo. Nos Estados Unidos um grupo de bilionários do qual fazem parte George Soros, Abigail Disney e Chris Hughes assinaram um documento no qual pedem que haja maior tributação de suas fortunas, e um alívio nos impostos cobrados da classe trabalhadora. “Isso reforçará a liberdade e a democracia”, dizem no texto. Os principais candidatos democratas à Presidência, Elizabeth Warren e Bernie Sanders, também defendem medidas semelhantes.

Além de maior imposto sobre renda, um tributo sobre a herança poderia ser outro mecanismo utilizado para diminuir as desigualdades no Brasil. Aqui esse tributo tem um teto de 8%, enquanto a média internacional é de no mínimo 20%. Mas congressistas não o veem com bons olhos. O senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), mais um parlamentar do clube dos milionários do Congresso, com mais de 26,6 milhões de reais declarados, afirma que o tributo “prejudica quem herda”. Empresário, ele defende uma redução da tributação sobre o lucro real das empresas (“pago 34% de imposto na boca do caixa quando minha companhia dá lucro”), e uma tributação menor na distribuição para os sócios “entre 10% e 15%”. “Sou favorável a tributar lucros e dividendos em alguns casos. Em outros, acho que os empresários já pagam muito”. A tributação sobre lucros e dividendos está isenta desde 1995 e volta e meia volta ao debate.

A expectativa é de que a reforma tributária que tramita no Congresso não mexa nos principais mecanismos fiscais que podem ajudar na distribuição da renda e na ampliação da arrecadação. A maior parte das distorções que beneficiam milionários e empresários (como boa parte dos deputados e senadores) não serão atacadas. Existe um texto substitutivo da oposição com propostas mais ousadas neste sentido, mas que deve esbarrar na bancada governista e nos interesses da maioria. “O quão equivocado está nosso sistema tributário? Deixamos de tributar uma parcela muito grande de renda de quem está no topo”, diz o professor Nogueira. “Veja, por exemplo, o Imposto de Propriedade Territorial Rural, o IPTR. Ele representa 0,04% do total da arrecadação. Isso em um país de latifúndios como o nosso”.

 

Quem são os dez mais ricos do Congresso

Dos dez parlamentares mais ricos do Congresso, seis são estreantes, eleitos pela primeira vez em 2018. A maioria se declara empresário, e na lista há apenas uma mulher

1º: Tasso Jereissati (PSDB-CE), senador – 389 milhões de reais

2º: Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), senador – 239 milhões de reais

3º: Luiz Flávio Gomes (PSB-SP), deputado federal – 119 milhões de reais

4º: Hercílio Araújo Diniz Filho (MDB-MG), deputado federal – 38 milhões de reais

5º: Eduardo Girão (Podemos-CE), senador – 36 milhões de reais

6º: Jayme Campos (DEM-MT), senador – 35 milhões de reais

7º: Eduardo Braga (MDB-AM), senador – 31 milhões de reais

8º: Alexis Fonteyne (Novo-SP), deputado federal – 28 milhões de reais

9ª: Magda Mofatto (PR-GO), deputada federal – 28 milhões de reais

10º: Vanderlan Cardoso (PP-GO), senador – 26 milhões de reais

 

 

Fonte: Folhamax / Tribunal Superior Eleitoral


Redacao14 de janeiro de 2020
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6min00

A Comissão Mista de Orçamento aprovou na noite desta terça-feira (17) a versão final do projeto de lei orçamentária para o ano que vem. A proposta prevê salário mínimo de R$ 1.031. Pela primeira vez em mais de 20 anos, o piso nacional não terá aumento real, ou seja, será corrigido somente pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (INPC).

Além do salário mínimo , as aposentadorias, pensões e auxílios-doença do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também deverão subir de R$ 998, neste ano, para R$ 1.031, em 2020, de acordo com o valor aprovado pelo Congresso. O reajuste, de 3,31%, é o mesmo enviado pelo governo em novembro.

Desde a implantação do Plano Real, em 1994, o salário sobe anualmente acima da inflação. A regra que vence no fim deste ano define que o piso nacional tenha um aumento que some a inflação do ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes, exceto em caso de o PIB ficar zerado ou negativo. Nesses casos, já era prevista correção somente pela inflação anual.

O valor definitivo do salário mínimo, porém, ainda não está definido. O reajuste só será oficializado quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentar, em janeiro de 2020, a inflação acumulada de 2019, calculada pelo INPC . Após isso, ainda precisa ser assinado um decreto presidencial que oficializa o reajuste do valor.

O índice de preços, que mede a variação de custo para as famílias com renda de um a cinco salários mínimos, já acumula alta de 3,22% no país entre janeiro e novembro.

Além do reajuste do mínimo, o projeto orçamentário também estabelece como meta para o fim do ano que vem um déficit de R$ 124,1 bilhões.

Economia de R$ 6 bi com cortes no funcionalismo

Entre as novidades previstas no Orçamento 2020 , está a previsão de economizar R$ 6 bilhões com a chamada Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, que prevê cortar gastos por meio de medidas como o corte de salários e carga horária de servidores.

A medida ainda está em tramitação no Congresso e apenas começou a ser analisada no Senado. O relator, no entanto, decidiu incluir essa folga de forma condicionada: se a proposta não for aprovada, os R$ 6 bilhões não poderão ser gastos. Essa previsão de despesas foi distribuída por vários órgãos.

A inclusão da previsão de economia de R$ 6 bilhões com a PEC emergencial foi alvo de críticas por deputados da oposição e um dos temas que causou insatisfação durante as reuniões de bastidores que se estenderam ao longo da tarde após a apresentação do relatório. A discussão sobre o fundo eleitoral foi outro ponto de atrito, segundo fontes a par das negociações.

A projeção sobre a PEC emergencial chegou a ser contestada formalmente por parlamentares liderados pelo deputado Bohn Gass (PT-RS), mas a contestação foi rejeitada.

O texto aprovado na comissão também abriu espaço de R$ 1,5 bilhão para repor a renúncia fiscal do programa Verde e Amarelo , de incentivo ao primeiro emprego. A modalidade de contrato prevê redução de custos trabalhistas para empresas que oferecerem vagas para jovens de 18 a 29 anos que nunca tiveram carteira assinada.

O plano original do governo era repor essa perda de arrecadação com uma taxação dos beneficiários do seguro-desemprego , uma proposta que não é aceita pela maioria do Congresso.

O espaço foi obtido por meio da revisão de gastos com a Previdência. Segundo Domingos Neto, a conta enviada pela equipe econômica estimou despesas a mais com os benefícios previdenciários. O relator pediu ao Ministério da Economia para rever os cálculos. A pasta, por sua vez, chegou à conclusão que era possível reduzir em R$ 3,6 bilhões a previsão de gastos.

Fonte: Agência Brasil/Economia – iG


Redacao10 de janeiro de 2020
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5min00

O cirurgião plástico e ex-BBB 17 de Mato Grosso, Marcos Harter, violou uma regra do Conselho Federal de Medicina (CFM) ao divulgar, em suas redes sociais, os preços para próteses de silicone. A prática é considerada ilegal de acordo com a resolução CFM 2170/17.

Em seu Instagram, Harter além de divulgar o preço da cirúrgia também anunciou um número de Whatsapp para contato. Segundo a publicação, o preço estaria disponível para Florianópolis (SC), incluindo hospital, anestesista, prótese aprovada pelo Inmetro e Anvisa, o cirúrgião e a equipe.

Harter não pareceu incomodado com a denúncia e realizou uma série de publicações na rede social afirmando que “esfregar seus diplomas na cara da concorrência não tem preço”. O ex-BBB também expôs depoimentos de supostas clientes recomendando as cirúrgias.

De acordo com o CFM, a divulgação de valores só pode ser feita no interior dos consultários médicos e publicar anúncios publicitários com a indicação de preços de consultas, formas de pagamento e captação de clientela é proibido. A prática é entendida como concorrência desleal entre os médicos pelo órgão e está proibida desde 2010.

O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso, no qual o ex-BBB está inscrito, divulgou uma nota afirmando que está atento às violações e que procedimentos admninistrativos, por desvios éticos, foram abertos contra o médico.

Além de ter participado do reality show da Rede Globo, Harter também esteve no programa A Fazenda, da Record. Em 2018, o médico foi candidato à deputado federal, pelo PSC, nas eleições de 2018. Entretanto, o ex-BBB não conseguiu se eleger na Câmara, e obteve apenas 16.305 votos em MT (1,10% dos votos válidos).

Confira a nota na íntegra:

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso (CRM-MT), em virtude das notícias publicadas por veículos de comunicação de várias cidades do país, vem a publico esclarecer alguns fatos relacionados ao médico Marcos de Oliveira Harter.

O CRM-MT está atento às violações das regras estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina relacionadas ao profissional citado;

De acordo com a Resolução do CFM nº 2217/18 é vedado ao médico a prática de concorrência desleal; O exercício mercantilista da medicina; Permitir que sua participação na divulgação de assuntos médicos, em qualquer veículo de comunicação de massa, deixe de ter caráter exclusivamente de esclarecimento e educação da sociedade, e a divulgação de assunto médicos de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico;

Voltamos a ressaltar que o CRM-MT já instaurou procedimentos administrativos (Sindicâncias), e, inclusive, está em andamento Processos Ético-Profissional para apurar os eventuais desvios éticos do médico Marcos de Oliveira Harter;

Além disso, o Departamento Jurídico do CRM-MT notificará o Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (Cremesc) para instaurar uma sindicância contra o profissional, pois apesar do médico ser inscrito no CRM de Mato Grosso o Código de Processo Ético-Profissional determina que essa apuração se dê no local onde o fato ocorreu.

O CRM-MT repudia de maneira veemente tais desrespeitos ao Código de Ética Médica e observa todos os aspectos atinentes à responsabilidade profissional. Zelamos pelo perfeito desempenho ético da Medicina, bem como pelo prestígio e bom conceito da profissão.

Muvuca Popular


Redacao10 de janeiro de 2020
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1min00

O ex-deputado estadual Jajah Neves publicou em suas redes sociais um vídeo em que aparece alegre e saltitante com uma sunga “atolada”. A atitude chamou a atenção dos eleitores, que compartilharam as imagens criticando a postura do ex-parlamentar.

Depois de ficar inelegível, Jajah decidiu virar um influenciador digital e tem dedicado seu tempo a criação de conteúdos para as redes sociais.

Pelo visto, os vídeos humorísticos não têm rendido muitos acessos, e o ex-deputado precisou “apelar” para conseguir chamar atenção e alcançar um número maior de seguidores.

Muvuca Popular


Redacao8 de janeiro de 2020
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3min00

Antes conhecida como Ken Humano, a brasileira Roddy contou nas redes sociais, esta semana, que é uma mulher transexual e que já deu início à transição do gênero masculino para o feminino. Após a revelação, ela foi, nessa terça-feira (7), ao programa de tevê inglês This Morning, no qual revelou mais detalhes sobre seu processo.

“Eu tentei ao máximo ser homem, mas falhei porque não era feliz. Fiz todas essas cirurgias porque, na verdade, queria ser mulher… Gostaria de ter ido a um psiquiatra e ter tido pessoas que me ajudassem nessa jornada”, disse, antes de contar os vários riscos que correu por não contar com a ajuda de especialistas ao iniciar a transição.

No hospital
Roddy contou que passou a tomar hormônios femininos sem a devida orientação, o que a fez correr risco de morte. “Eu deveria ter consultado um psicólogo, mas, em vez disso, me automediquei com hormônios. Na sequência, participei de um evento com bebidas e, aí, soube que estava no hospital”, disse. “Tomar remédios por conta própria é muito errado. Para qualquer pessoa que esteja passando por algum distúrbio de gênero: vá ao médico”, reforçou.
Agora, ela tem acompanhamento, mas disse que não faz o tratamento em Londres, onde mora. “Faço tudo fora já que aqui não há pessoas que sabem muito sobre o tema”, afirmou.
Para se transformar no Ken Humano, Roddy, nascida Rodrigo Alves, gastou ao menos R$ 2 milhões com cirurgias e procedimentos de beleza. Agora, está ansiosa para passar por novas cirurgias transformadoras. “Ainda tenho mais cirurgias plásticas para fazer. Cirurgia de minimização de rosto para parecer mais feminina; cirurgia de voz para ter uma voz feminina… E, daqui a um ano, a cirurgia completa de redesignação de gênero.”
(foto: Reprodução/Facebook e Instagram )

Redacao8 de janeiro de 2020
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5min00

Um Boeing 737-800 da Ukraine International Airlines caiu cinco minutos após decolar do aeroporto internacional Imam Khomeini, em Teerã, na manhã desta quarta (8), na hora local.

A aeronave, que seguia para Kiev, pegou fogo após a queda. De acordo com a TV estatal iraniana, todas as 176 pessoas a bordo morreram.Entre as vítimas, 11 pessoas, sendo nove tripulantes e dois passageiros, eram ucranianos. Os outros passageiros identificados até agora eram de países como Irã (82), Canadá (63), Suíça (10), Reino Unido (4) e Alemanha (3). Muitos deles estavam em voos de conexão para outros destinos.

“O fogo é tão forte que não podemos fazer nenhum resgate”, disse o chefe dos serviços de emergência do Irã, Pirhossein Koulivand, que enviou diversas viaturas ao local do acidente.

A embaixada da Ucrânia no Irã disse que as causas da queda ainda são desconhecidas, e recuou de um comunicado enviado horas antes, que apontava uma possível falha no motor.A mídia iraniana disse que o acidente foi causado pro problemas técnicos. O piloto não chegou a declarar emergência nem pedir ajuda à torre de controle, disse a autoridade de aviação civil do Irã.

O presidente ucraniano Volodimir Zelenski alertou contra a especulação sobre a tragédia. “Peço a todos que evitem especulações e versões não verificadas da catástrofe”, escreveu em sua página no Facebook. Horas antes, a embaixada ucraniana descartou a tese de um ataque terrorista.

Cinco horas antes da queda, o Irã disparou mísseis contra bases americanas no Iraque, em resposta à um ataque dos EUA que matou o general Qassim Suleimani, principal autoridade militar iraniana. Devido aos ataques, diversas companhias aéreas deixaram de sobrevoar os territórios do Irã e do Iraque.

O motivo do acidente será analisado pela companhia aérea, pela fabricante Boeing e autoridades da Ucrânia e do Irã. No entanto, como o Irã é alvo de sanções por parte dos EUA, não está claro se haverá restrições para que a Boeing, uma empresa americana, atue nas investigações.

Especialistas em aviação ouvidos pela agência Reuters apontaram que a queda de avião raramente se deve a apenas um fator e que a investigação para identificar as causas costuma levar meses.

Segundo a imprensa estatal do Irã, uma das caixas-pretas foi encontrada. A aeronave, um Boeing 737-800NG, com três anos de uso, havia passado pela última manutenção na segunda-feira (6), sem registros de nenhum problema, segundo a companhia aérea.

Os aviões modernos são projetados de modo que possam voar por longos períodos apenas com um motor, caso um deles falhe. No entanto, a quebra de um motor que gere estilhaços pode danificar outros componentes e sistemas da aeronave.

A Boeing enfrentou uma grave crise no ano passado, depois que dois aviões 737 MAX, fabricados pela empresa, caíram minutos após a decolagem, em acidentes que ocorreram com poucos meses de diferença.

Após a segunda queda, na Etiópia, o modelo foi proibido de voar em dezenas de países, o que levou à sua retirada completa de operação. A aeronave que caiu no Irã nesta quarta é um modelo diferente, o 737-800.

 

Fonte: FOLHAPRESS

Foto: Ebrahim Noroozi/AP


Redacao5 de janeiro de 2020
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2min00

Os amazonenses estão comprando “gato por lebre”, ou melhor, urubu por galinha caipira. A denúncia é do site de notícias O Abutre, que publicou fotos postadas em redes sociais mostrando as aves sendo depenadas e vendidas nos bairros de Manaus ao preço “promocional” de R$ 5 o quilo.

Segundo a denúncia, o comércio é feito nas ruas da cidade em carros que circulam anunciando a venda do produto clandestino. As fotos mostram urubus já abatidos, preparados e embalados para o consumo.

Ainda de acordo com a publicação, os urubus são capturados com linha de pesca e anzóis com isca.

Segundo médicos ouvidos pelo portal, comer urubu não é recomendável. A ave é necrófaga – se alimenta de animais mortos – e possui bactérias de putrefação que podem provocar infecção alimentar e outros danos à saúde humana.

Cientistas acreditam que os urubus se alimentam de comida estragada sem passar mal graças ao seu sistema imunológico e ao potente suco gástrico secretado por seu estômago que que neutraliza as bactérias e toxinas presentes na carne podre.

Os urubus não têm habilidade para caçar, pois as garras de suas patas são ineficientes para essa tarefa, sendo assim desenvolveram outras habilidades e para encontrar a refeição, eles contam com olfato e visão apurados. São capazes de ver um bicho pequeno a 3 mil.

PORTAL NA HORA


Redacao4 de janeiro de 2020
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5min00

Ao contrário do que aconteceu em janeiro de 2019, o consumidor não terá bandeira tarifária verde (sem custo) na conta de energia de janeiro de 2020. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira que vai operar no primeiro mês deste ano é a amarela, que tem um custo de R$ 1,343 para cada 100 quilowatts-hora consumidos (sem os impostos).

A justificativa, segundo a Aneel, é o baixo nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN), resultado de um regime de chuvas abaixo do padrão histórico. Tal condição, diz em nota, “repercute na capacidade de produção das hidrelétricas, ainda demandando acionamento de parte do parque termelétrico”.

O sistema de bandeiras tarifárias, implementado pela Aneel, sinaliza o custo da energia gerada. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Com a bandeira amarela ainda em vigor, o consumidor deve continuar racionalizando energia elétrica para não se assustar com o valor da fatura ao final do mês.

Confira algumas dicas do Procon-MT para este período:

Chuveiro elétrico

– Tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos;

– Selecionar a temperatura morna ou fria no verão.

Ar condicionado

– Não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado;

– Manter os filtros limpos;

– Diminuir ao máximo o tempo de utilização do aparelho de ar condicionado;

– Colocar cortinas nas janelas que recebem sol direto.

Geladeira

– Só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário;

– Regular a temperatura interna de acordo com o manual de instruções;

– Não colocar alimentos quentes dentro da geladeira;

– Deixar espaço para ventilação na parte de trás da geladeira e não utilizá-la para secar roupas;

– Não forrar as prateleiras;

– Verificar as borrachas de vedação regularmente;

– Não desligar a geladeira para depois religá-la novamente, pois esse processo consome mais energia.

Iluminação

– Priorizar a iluminação natural ou lâmpadas econômicas (LED);

– Apagar a luz ao sair de um cômodo.

Ferro de passar

– Juntar roupas para passar de uma só vez;

– Separar as roupas por tipo e começar por aquelas que exigem menor temperatura;

– Nunca deixar o ferro ligado enquanto faz outra atividade.



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