Categoria: Agro & Economia

Redacao7 de dezembro de 2019
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O portal especializado Mundo Rural Business, que faz análise de mercado com foco nos produtores rurais e pecuaristas, mostra que as exportações de carne de janeiro a novembro foi de 1,64 milhão de toneladas, aumento de 20% no faturamento de exportadores brasileiros em um 1 ano e de 50% em 5 anos e o valor recorde de R$ 15.807,00 por tonelada exportada.

Para o analista de mercado Júlio Brissac, éimportante documentar o aumento da exportação, mas este não é o único fator que levou ao aumento do preço da arroba do boi. “O que de fato coloca mais preço na arroba que você produz é a oferta abaixo das necessidades de demanda”.

A análise mostra que os grandes frigoríficos tentam distorcer as informações para convencer os pecuaristas a aumentarem a oferta e novamente derrubar o valor do gado gordo em todos os estados brasileiros.

O preço final para os consumidores, por outro lado, não reflete o valor médio mais baixo da vaca gorda pago pelos frigoríficos. A carne de boi é mais cara que a carne de vaca, com diferença de R$ 15,00. “Se compraram mais barato, essa diferença deveria chegar ao bolso do consumidor”, alerta.

“Os grandes frigoríficos querem boi no Brasil, na primeira perna da safra de 2020, na linha de 200 reais, e a vaca abaixo de 190. Vão conseguir? Depende dos movimentos do produtor de gado do Brasil”.

Veja análise completa:

 

Fonte: Caldeirão Politico


Redacao4 de dezembro de 2019
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A produção industrial brasileira cresceu 0,8% em outubro, na comparação com setembro, puxada principalmente pelos produtos alimentícios e farmacêuticos, segundo divulgou nesta quarta-feira (4) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Trata-se da terceira alta mensal seguida e do melhor resultado para outubro desde 2015, quando houve avanço de 1,5%.

Na comparação com outubro do ano passado, a indústria avançou 1%, resultado um pouco mais fraco que o de setembro (1,1%), quando interrompeu 3 meses consecutivos no vermelho na comparação interanual.

No ano, setor ainda acumula queda

No acumulado no ano, entretanto, o setor industrial ainda acumula queda de 1,1%. Em 12 meses, houve uma redução da intensidade de perda, ao passar de -1,4% em setembro para -1,3% em outubro, mantendo trajetória de recuperação.

Perspectivas

O Produto Interno Bruto (PIB) industrial avançou de 0,8% no 3º trimestre, na comparação com o 2º trimestre, segundo divulgou n a véspera o IBGE. O resultado, porém, foi sustentado pelo desempenho da indústria extrativa e construção civil. O PIB da indústria da transformação registrou queda de 1%, afetado principalmente pela queda das exportações.

“O ramo da indústria de transformação, que ao produzir bens mais complexos e intensivos em tecnologia estabelece grande número de vínculos com outras atividades econômicas, voltou a ficar no vermelho sob qualquer ângulo de análise. Esta é uma razão do porquê a recuperação da economia como um todo teima em não ganhar vigor”, avaliou, em nota, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

Os economistas das instituições financeiras continuam projetando uma queda de 0,70% na produção industrial no consolidado de 2019, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central.

Para o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de 2019 do Brasil, a previsão do mercado é de uma alta de 0,99%, mas parte dos analistas já passaram a estimar crescimento acima de 1% no ano, após o resultado do 3º trimestre vir acima das expectativas.

Fonte: G1/MT


Redacao3 de dezembro de 2019
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 analista de pecuária do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Marianne Tufani, avalia que o preço da carne bovina no Estado deve demorar a abaixar. Além do aumento da exportação para a China, o ciclo pecuário também é responsável pela redução do estoque de animais. Além disso, ela também afirma que o preço não diminuirá em decorrência das comemorações de final de ano.

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) já havia avaliado que o preço da carne para o consumidor mato-grossense deveria subir em decorrência da habilitação de mais plantas frigoríficas do Brasil para venda de carne para a China.

Segundo a Acrimat, é uma questão de aumento da demanda em relação à oferta disponível, mas que os preços poderiam se estabilizar futuramente, com o aumento da produção. No entanto, a analista de pecuária do Imea, Marianne Tufani, afirma que a perspectiva de aumento de estoque não é positiva.

“Geralmente com o aumento da oferta o mercado acaba se equilibrando, mas esta redução de estoque de animais já era esperada de certa forma, porque estamos vendo que está tendo uma inversão no ciclo pecuário, que é um movimento comum que ocorre ao longo dos anos”, disse.

“Ocorre em torno de quatro ou dois anos, em que há um aumento do abate de fêmeas e cerca de dois anos depois observamos a redução de estoque de animais, porque abate mais matrizes e consequentemente reduz o mercado de boi gordo. E este ano inclusive temos visto bastante novilhas sendo abatidas, que poderiam ser futuras matrizes, então para o ano que vem e para o próximo a perspectiva é que não venha aumentar tanto a oferta de animais”, explicou.

A analista ainda afirma que, além do aumento da demanda externa, neste ano os preços não devem cair em decorrência das comemorações de Natal e ano novo, tanto para carne suína, mais utilizada tradicionalmente, como da bovina, que também acaba sendo bastante consumida.

“Pelo menos até o final do ano a gente não acredita que vai ter alguma retração [no preço], mas muito pautada pela demanda externa, que está bem alta. A gente tem acompanhado que até a quarta semana tem caído as exportações, eu acredito que seja mais pela falta de oferta de animal do que pela própria demanda, que está aquecida, mas a gente tem outro fator que acaba colaborando também com a sustentação dos preços, que é o final do ano”.

Tufani ainda afirmou que outros fatores podem acabar mudando o cenário, como o Governo tem estudado, mas que a perspectiva é que o preço se estabilize, ou aumente.

“Pode ser que haja um equilíbrio do mercado, a própria ministra disse que pode ser que importe animais de outros lugares para equilibrar o mercado, mas ainda assim já entramos em um outro patamar de preços, acreditamos nesta sustentação se este cenário permanecer. Se realmente os estoques de animais permanecerem baixos, devido ao ciclo pecuário e aumento das exportações, principalmente para a China, acreditamos que as cotações tem tendência a aumentar, ou pelo menos manter neste patamar”, disse.

Fonte: Olhar Agro & Negócios


Redacao3 de dezembro de 2019
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4min00

A obra do Transbananal, que vai da Ilha do Bananal de Formoso do Araguaia (TO) a São Félix do Araguaia (MT), está prevista para começar em 2020 e deve durar três anos, aponta a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

A pavimentação de 92 quilômetros entre São Félix do Araguaia e Formoso é um projeto consensual entre o presidente Jair Bolsonaro; o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes Freitas; e os governadores Mauro Carlesse/PTB (TO) e Mauro Mendes (DEM), com amplo apoio político no Congresso, nas Assembleias Legislativas dos estados diretamente interessados e nas prefeituras e Câmaras Municipais da área de influência da rodovia.

Não somente a classe política defende a Transbananal, mas as lideranças indígenas de Bananal, também. Em audiência pública do Senado, realizada em outubro, em conjunto com a Assembleia Legislativa de Tocantins, em Gurupi, os caciques Iwraru Karajá e Baú Karajá, das aldeias Watau e Santa Isabel, respectivamente, e o líder indígena Eli Mairu Karajá, que é professor na aldeia Fontoura Karajá, manifestaram apoio à obra, por entender que ela será benéfica aos povos aldeados em Bananal.

Em São Félix do Araguaia, José Javaé, 75 anos,  que vive na cidade desde a infância, mas que mantém permanente contato com seu povo, é defensor ardoroso da pavimentação.

“Há muito tempo ouço falar nesse asfalto e espero um dia viajar por ele, junto com meus filhos e netos”, revela. Questionado sobre o posicionamento dos Javaé sobre a Transbananal, responde que seu povo é de pouca conversa e se resume a frases curtas. Falando em sua língua, o ancião indígena revela o sentimento coletivo no seu berço em Bananal:  awire (se pronuncia aviré), que quer dizer tudo bem.

O nome oficial da rodovia é Transbananal Idjarruri Karajá – TO-500.  Quando pavimentada terá classificação de Linha Verde. Seu projeto é do engenheiro José Rubens Mazzaro, líder da Comissão Pró TO-500, cuja construção é regulamentada por rígidos critérios ambientais.

Além da pavimentação e sinalização a Transbananal exigirá a construção de muretas e de pontes sobre os rios Javaés, San Rocan, Riozinho, Jaburu e Araguaia diante de São Félix do Araguaia. A ponte sobre o Araguaia terá 2.600 metros de extensão, será estaiada e aposentará a balsa que há décadas faz a travessia do rio, que naquele trecho tem largura que varia de 900 e 1.200 metros dependendo do volume d’água ditado pelas chuvas.

A Transbananal é importante dente da engrenagem da BR-242 entre Tocantins e Mato Grosso. Porém, para a consolidação dessa rota será preciso interligar São Félix do Araguaia a Ribeirão Cascalheira, no rumo Sul. Há duas alternativas para tanto: a pavimentação da BR-242 até a BR-158 e dessa até a vila de Alô Brasil, no município de Bom Jesus do Araguaia e próximo a Ribeirão Cascalheira, ou investir numa trajeto alternativo  pela MT-433/322 cruzando as áreas urbanas de Serra Nova Dourada e Bom Jesus do Araguaia.

Fonte: Olhar Agro & Negócios

Foto: Reprodução


Redacao3 de dezembro de 2019
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6min00

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,6% no 3º trimestre, na comparação com o 2º trimestre, puxado pelo consumo das famílias e pelo investimento privado, segundo divulgou nesta terça-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 1,842 trilhão.

O resultado mostra uma ligeira aceleração da recuperação da economia entre julho e agosto, embora em ritmo ainda fraco e mais lento do que se esperava no começo do ano.

O IBGE revisou o resultado do PIB do 2º trimestre, para uma alta 0,5%, ante leitura anterior de avanço de 0,4%. Já o resultado do 1º trimestre foi revisado para uma estabilidade, em vez de queda de 0,1%.

Em relação ao 3º trimestre de 2018, o crescimento foi de 1,2%. No acumulado em 12 meses, o PIB registrou crescimento de 1%, frente aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Já no acumulado do ano até setembro, o PIB cresceu 1%, em relação a igual período de 2018, informou o IBGE.

Entre os grandes setores, a maior alta no 3º trimestre foi da agropecuária com crescimento de 1,3%, seguida pela indústria (0,8%) e pelos serviços (0,4%). Pela ótica da despesa, o consumo das famílias cresceu 0,8% e o investimento 2%. Já o consumo do governo caiu 0,4% em relação ao trimestre imediatamente anterior.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

O resultado veio um pouco melhor do que o esperado pelo mercado. A maioria das estimativas apontavam para um crescimento entre 0,4% e 0,5% no 3º trimestre, segundo levantamento do G1.

Veja os principais destaques do PIB no 3º trimestre:
  • Serviços: 0,4% (com destaque para o comércio e atividades de informação e comunicação, com alta de 1,1%, ambas);
  • Indústria: 0,8% (puxado pela indústria extrativa que cresceu 12%, que compensou queda de 1% da indústria de transformação);
  • Agropecuária: 1,3%;
  • Consumo das famílias: 0,8%;
  • Consumo do governo: -0,4%;
  • Investimentos: 2%;
  • Construção civil: 1,3%;
  • Exportação: -2,8%;
  • Importação: 2,9%;
Perspectivas para 2019 e 2020

Para o resultado consolidado de 2019, o mercado financeiro manteve a previsão de crescimento da economia brasileira em 0,99%, segundo última pesquisa “Focus” do Banco Central, divulgada na véspera. No final de janeiro, a estimativa era de um crescimento de mais de 2% no ano.

Os analistas projetam, porém, uma aceleração do ritmo de recuperação da economia nesta reta final de 2019 e em 2020, puxada por um maior consumo das famílias, em meio a um cenário de juros mais baixos, inflação controlada, expansão do crédito e recuperação gradual do mercado de trabalho, ainda que puxada pela informalidade.

Para 2020 o ano que vem, a média das estimativas do mercado subiu na semana passada para 2,22% – na quarta alta seguida.

Em 2018, a economia brasileira cresceu 1,1%, após alta de 1,3% em 2017, e retrações de 3,5% em 2015, e 3,3% em 2016.

Fonte: G1 MT


Redacao26 de novembro de 2019
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O PIB de Mato Grosso cresceu 4,5% no segundo trimestre de 2019, em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado foi superior ao apresentado pela economia brasileira, que registrou crescimento de 1,0% para igual período. Os dados fazem parte do informe técnico PIB Trimestral do Estado de Mato Grosso – 2° trimestre de 2019 –, divulgado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), nesta segunda-feira (25).

Dentre os três grandes setores que compõem a economia do Estado, a agropecuária cresceu 18,8% e serviços, 3,2%, no segundo trimestre. Por outro lado, a indústria apresentou variação negativa de -4,9%.

No acumulado dos últimos quatro trimestres terminados em junho, em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores, a economia mato-grossense cresceu 3,0%, enquanto a atividade econômica nacional registrou um aumento de apenas 1,0% no mesmo período.

Resultado por setores

Conforme o relatório do Sistema de Contas Trimestrais da Seplag, a agropecuária voltou a crescer no segundo trimestre de 2019 após apresentar queda de 0,6% no primeiro trimestre deste ano. O bom resultado está relacionado, principalmente, às lavouras temporárias, com destaque para o milho e algodão. O cultivo do arroz apresentou queda neste período. A pecuária também colaborou com o desempenho positivo da agropecuária, com o aumento nas produções de aves, suínos e bovinos.

O setor de serviços também colaborou para o crescimento do PIB de Mato Grosso ao registrar o nono resultado positivo consecutivo no segundo trimestre de 2019, em relação ao mesmo período do ano anterior. Contribuíram positivamente as atividades do comércio, de transportes, de alojamento e alimentação e alugueis. A atividade da administração pública, por outro lado, teve influência negativa no trimestre.

Já na série trimestral de indústria, a atividade da construção civil continua a influenciar negativamente o setor, após apresentar 19 trimestres negativos consecutivos. A indústria de transformação apresentou a terceira queda seguida, refletindo o desempenho da fabricação de produtos alimentícios e de produtos da madeira. Positivamente, contribuíram a fabricação de produtos químicos, de minerais não metálicos e de biocombustíveis.

Desempenho das unidades da Federação

Na comparação entre as unidades da federação que realizam o PIB Trimestral, Mato Grosso apresentou no segundo trimestre de 2019, em relação ao mesmo período do ano anterior, o segundo melhor resultado (4,5%), atrás apenas do Rio Grande do Sul (4,7%). No Brasil o crescimento foi de 1,0%.

Já no acumulado ao longo janeiro a junho de 2019, em comparação ao mesmo período de 2018, Mato Grosso cresceu 2,6%. Resultado inferior, novamente, apenas ao do Rio Grande do Sul (3,8%). O Brasil cresceu 0,7% na mesma comparação.

Em relação ao crescimento acumulado ao longo de quatro trimestres terminados em junho de 2019, o resultado de 3,0% de Mato Grosso foi o segundo melhor, atrás do Rio Grande do Sul (3,9%). O Brasil cresceu 1,0% nesta mesma comparação.

Mais dinâmico

Mato Grosso integra o grupo de nove Estados, além da própria União, que apresenta resultados mais imediatos da evolução da sua estrutura produtiva ao mensurar trimestralmente a soma de todos os bens e serviços produzidos.

O indicador antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregada pelo IBGE, responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais. Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo também integram o grupo.


Redacao19 de novembro de 2019
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Levantamento feito pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostra que o confinamento de gado de corte em Mato Grosso somou mais de 824 mil cabeças. O número é 19,23% maior que o primeiro cenário observado em abril e 10,81% superior ao registrado em outubro de 2018. Do total de pecuaristas entrevistados, 71% optou pelo confinamento.

O presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Marco Túlio Duarte Soares falou do protagonismo da região sudeste, que se destacou em relação a quantidade de cabeças confinadas quando comparada com o ano anterior. “Os números mostram aumento no confinamento em 33%, comparando com o ano anterior”. Quase 205 mil animais foram confinados. O número representa quase 25% do total registrado no estado.

Em segundo lugar, a região oeste: 23,91% do total de animais confinados em Mato Grosso estavam em municípios da região. ”Isso significa 197 mil cabeças, número 34,91% maior que o ano anterior”, observa o diretor técnico da Acrimat, Francisco Manzi.

O estudo do Imea mostra que a participação da região noroeste, de apenas 3,9%, provavelmente se deve ao fato da região ter se destacado na participação de 20% do total de animais enviados para outros estados: quase 60 mil cabeças, principalmente para Rondônia (68,14%).

O gerente de Relações Institucionais da Acrimat, Nilton Mesquita, explica que a região apresentou aumento no abate de animais jovens. “Em nove meses foram abatidos 50 mil animais desta categoria, o que representou 15% do total abatido por MT, valor 14% acima do que foi observado no mesmo período de 2018”.

Estrutura estadual
A utilização da estrutura estadual também aumentou quando comparado ao ano passado. A média de utilização da capacidade instalada nas unidades confinadoras do estado está em 92,85%, valor 13% maior que o registrado em 2018.

Em relação a capacidade estática houve queda em relação a 2018: 4,83%, ou 887.720 cabeças. O aumento no uso de estrutura de terceiros (boitel, parcerias, etc) está diretamente ligado a este fenômeno. No levantamento feito em outubro passado, o valor registrado foi de 32,95%m frente aos 67% de uso de infraestrutura própria.

Já as entregas foram mais intensas no segundo semestre do ano, o que já era esperado, visto que a arroba tende a ser mais valorizada neste período, como demonstra os preços futuros.

Cenário promissor
“As exportações estão em ritmo acelerado, principalmente após as habilitações das plantas frigoríficas para envios à China: foram enviadas 46 mil toneladas em equivalente carcaça em outubro, valor 20% superior em relação à 2018 e o maior da série histórica, que iniciou em 1996. Somente a China adquiriu 28,58% deste volume; resumindo: o aumento de animais confinados e a utilização da capacidade estática demonstram o maior uso deste sistema de engorda e tecnificação dos produtores neste ano”, conclui Nilton Mesquita.


Redacao18 de novembro de 2019
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De acordo com a Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR), Mato Grosso é o quarto estado que mais produz peixes no país, com mais de 54 mil toneladas por ano. Diante da produção, os piscicultores estão investindo na reutilização da pele do peixe e aumentando os lucros.

Pintado e tambaqui, são duas das espécies criadas em um Centro de Piscicultura em Sorriso, a 420 km de Cuiabá. São 400 mil peixes espalhados em 130 viveiros. Cerca de 95% da produção são vendidos para outros estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Pará e Maranhão.

Em um frigorífico localizado no Distrito de Primaverinha, ainda no município de Sorriso, o abate chega a 10 toneladas de pescado por dia, nesta época do ano.

Em um frigorífico localizado no Distrito de Primaverinha, ainda no município de Sorriso, o abate chega a 10 toneladas de pescado por dia, nesta época do ano.

De acordo com o pesquisador da Embrapa, Manuel Jacintho, a proposta é agregar valor e, se essa agregação for interessante para a indústria, vale a pena piscicultores e frigoríficos fazerem o investimento.

O engenheiro de pesca Luciano Hinnah acredita que o investimento é válido. “Tendo uma indústria que utilize esse subproduto, um couro, uma farinha de víceras, algo desse tipo, até economizaria no frete”, comentou.


Redacao18 de novembro de 2019
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O Brasil está no caminho para ser o maior produtor de soja do mundo. A produção do país deve chegar a 120 milhões de toneladas na safra 2019/2020. Se confirmado, o resultado vai ser 25% maior que a colheita dos Estados Unidos, principal concorrente do país neste mercado.

E com a demanda mundial de soja aquecida, agricultores de Mato Grosso, principal estado produtor do grão, já estão vendendo boa parte do que vão colher para aproveitar os bons preços oferecidos.

A falta de regularidade das chuvas trouxe prejuízos em muitas áreas produtoras do estado. Agora, para cobrir os custos de produção, o sojicultor está antecipando as vendas para fazer caixa.

O plantio está um pouco atrasado nas fazendas brasileiras e os agricultores aguardam a chegada da chuva para acelerar o trabalho. No oeste da Bahia, a área cultivada deve apresentar um leve crescimento.

Até agora foram plantados apenas 10% por cento da área destinada para soja nessa safra no estado, que tem um total de 1,6 milhão hectares.

O analista de mercado Vanderlei Angonese explica que o volume de negociações antecipadas está maior que no mesmo período do ano passado.

“A porcentagem já comercializada da safra 19/20, nós estamos trabalhando em torno de 45 a 47% já de mercado já efetivado em função do preço, que está na casa de R$ 70 aqui para nossa região”, afirma.

Fonte: G1


Bruno Barreto30 de julho de 2019
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Entidades de Mato Grosso que desejam participar do primeiro sorteio do Programa Nota MT têm até quarta-feira (31.07) para se cadastrarem junto a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT). Até o momento, 88 instituições sociais estão inscritas.

O Nota MT distribuirá prêmios aos consumidores e às entidades sociais sem fins lucrativos cujos valores variam entre R$ 500 e R$ 50 mil. O primeiro sorteio mensal será realizado na próxima segunda-feira (08.07).

Funciona assim: o consumidor mato-grossense que se cadastrar no Programa “Nota MT”, via site ou por aplicativo de celular, irá indicar uma entidade. Caso o consumidor seja sorteado, 20% do valor do prêmio será destinado à entidade que ele indicou em seu cadastro. Após o cadastro, todas as notas emitidas com o CPF do consumidor irão automaticamente para o banco de dados, gerando assim dois bilhetes, um para os sorteios mensais e outro para os sorteios especiais.

O programa é uma iniciativa do Governo do Estado de Mato Grosso, de acordo com a Lei 10.893/2019, de incentivo ao exercício da cidadania fiscal com a intenção de estimular, mediante premiação em sorteios, os cidadãos a exigirem a emissão do documento fiscal nas aquisições de mercadorias. Até o final do ano serão sorteados mil prêmios no valor de R$ 500, cinco no valor de R$ 10 mil e 10 prêmios de R$ 50 mil.

A secretária da Setasc, Rosamaria Carvalho, explica que além do programa, a entidade estará inclusa no banco de dados da Secretaria. “Dessa forma, a entidade pode participar de ações sociais e outras ações realizadas pela Pasta”.

Cadastro das entidades

O cadastramento junto a Setasc permitirá que entidades tenham acesso a outros projetos, programas do governo, doação de produtos, entre outros. No cadastro das entidades é preciso que as entidades informem os nomes dos presidentes ou responsáveis, telefones, e-mails e público-alvo, como instituições que atendam majoritariamente pessoas em vulnerabilidade social, indígenas e quilombolas, por exemplo.

Instituições e/ou associações interessadas em atualizar os dados ou fazerem parte deste banco da Setasc devem mandar um e-mail para o endereço: gabinetesac@setasc.mt.gov.br/ colocar no título “Atualização Cadastral – Nome da entidade” ou acessar a página virtual da Setasc.

Outras duas opções: ligar no telefone (65) 3613-4705 ou ainda procurar a Secretaria, no setor Cidadania e Inclusão Socioprodutiva, e atualizar pessoalmente. O endereço da Setasc é Rua Júlio Domingos de Campos, nº 100, Centro Politico Administrativo (CPA), em Cuiabá.

Consumidor

Termina também na quarta-feira, o prazo para que os consumidores façam seu cadastro no Programa Nota MT e participem do primeiro sorteio. O cadastro pode ser no aplicativo ou no site da Nota MT. Para se cadastrar é preciso escolher a opção “criar conta” e informar os dados solicitados. Os dados são obrigatórios para prosseguir o cadastro e estão protegidos sob sigilo. De acordo com a Secretaria de Fazenda (Sefaz) cada nota fiscal emitida com o CPF gera dois bilhetes, um para o sorteio mensal e outro para o sorteio especial, independente do valor da compra.

Direto da Setasc-MT