Categoria: Agro & Economia

Redacao18 de janeiro de 2020
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1min00

Um jovem de 23 anos, identificado como Sidney Gianini Júnior, morreu nesta sexta-feira (17), após o avião agrícola que ele pilotava, cair em uma propriedade rural, localizada no município de Guiratinga (332 km de Cuiabá).

Segundo informações, a aeronave estava sendo utilizada para a aplicação de fertilizantes quando ocorreu o acidente. Conforme apurado, o piloto seria filho de um empresário do setor de avião.

De acordo com moradores da região, o rapaz pulverizava uma lavoura de soja, quando resolveu ajudar outros pilotos. Com muitos aviões na pista, ele não conseguiu pousar,  ficou sobrevoando até a liberação da pista.

Ele, no entanto, caiu ao realizar uma manobra. Testemunhas informaram que o avião ficou destruído e que uma das rodas do trem de pouso quebrou e foi arremessada da aeronave.

 

Acidente deve ser investigado pelo 6º Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa VI).

(Com informações de SóNotícias)


Redacao14 de janeiro de 2020
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6min00

A Comissão Mista de Orçamento aprovou na noite desta terça-feira (17) a versão final do projeto de lei orçamentária para o ano que vem. A proposta prevê salário mínimo de R$ 1.031. Pela primeira vez em mais de 20 anos, o piso nacional não terá aumento real, ou seja, será corrigido somente pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (INPC).

Além do salário mínimo , as aposentadorias, pensões e auxílios-doença do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também deverão subir de R$ 998, neste ano, para R$ 1.031, em 2020, de acordo com o valor aprovado pelo Congresso. O reajuste, de 3,31%, é o mesmo enviado pelo governo em novembro.

Desde a implantação do Plano Real, em 1994, o salário sobe anualmente acima da inflação. A regra que vence no fim deste ano define que o piso nacional tenha um aumento que some a inflação do ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes, exceto em caso de o PIB ficar zerado ou negativo. Nesses casos, já era prevista correção somente pela inflação anual.

O valor definitivo do salário mínimo, porém, ainda não está definido. O reajuste só será oficializado quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentar, em janeiro de 2020, a inflação acumulada de 2019, calculada pelo INPC . Após isso, ainda precisa ser assinado um decreto presidencial que oficializa o reajuste do valor.

O índice de preços, que mede a variação de custo para as famílias com renda de um a cinco salários mínimos, já acumula alta de 3,22% no país entre janeiro e novembro.

Além do reajuste do mínimo, o projeto orçamentário também estabelece como meta para o fim do ano que vem um déficit de R$ 124,1 bilhões.

Economia de R$ 6 bi com cortes no funcionalismo

Entre as novidades previstas no Orçamento 2020 , está a previsão de economizar R$ 6 bilhões com a chamada Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, que prevê cortar gastos por meio de medidas como o corte de salários e carga horária de servidores.

A medida ainda está em tramitação no Congresso e apenas começou a ser analisada no Senado. O relator, no entanto, decidiu incluir essa folga de forma condicionada: se a proposta não for aprovada, os R$ 6 bilhões não poderão ser gastos. Essa previsão de despesas foi distribuída por vários órgãos.

A inclusão da previsão de economia de R$ 6 bilhões com a PEC emergencial foi alvo de críticas por deputados da oposição e um dos temas que causou insatisfação durante as reuniões de bastidores que se estenderam ao longo da tarde após a apresentação do relatório. A discussão sobre o fundo eleitoral foi outro ponto de atrito, segundo fontes a par das negociações.

A projeção sobre a PEC emergencial chegou a ser contestada formalmente por parlamentares liderados pelo deputado Bohn Gass (PT-RS), mas a contestação foi rejeitada.

O texto aprovado na comissão também abriu espaço de R$ 1,5 bilhão para repor a renúncia fiscal do programa Verde e Amarelo , de incentivo ao primeiro emprego. A modalidade de contrato prevê redução de custos trabalhistas para empresas que oferecerem vagas para jovens de 18 a 29 anos que nunca tiveram carteira assinada.

O plano original do governo era repor essa perda de arrecadação com uma taxação dos beneficiários do seguro-desemprego , uma proposta que não é aceita pela maioria do Congresso.

O espaço foi obtido por meio da revisão de gastos com a Previdência. Segundo Domingos Neto, a conta enviada pela equipe econômica estimou despesas a mais com os benefícios previdenciários. O relator pediu ao Ministério da Economia para rever os cálculos. A pasta, por sua vez, chegou à conclusão que era possível reduzir em R$ 3,6 bilhões a previsão de gastos.

Fonte: Agência Brasil/Economia – iG


Redacao8 de janeiro de 2020
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6min00

O Irã disparou “mais de um dúzia de mísseis” na noite desta terça-feira contra bases americanas no Iraque, confirmou o departamento de Defesa dos Estados Unidos, após a prometida reação de Teerã à morte do general Qasem Soleimani.

Aproximadamente às 17H30 (19H30 Brasília) de 7 de janeiro, o Irã lançou mais de uma duzia de mísseis balísticos contra militares dos Estados Unidos e forças da coalizão no Iraque”, informou o assistente de Defesa para Assuntos Públicos, Jonathan Hoffman.

“Está claro que estes mísseis foram lançados do Irã e visavam ao menos duas bases militares iraquianas que abrigam pessoal militar americano e da coalizão, em Al-Assad e Erbil”.

Hoffman declarou que o Pentágono está trabalhando em uma “avaliação preliminar dos danos” e na “resposta” ao ataque.

Não há informações sobre baixas nas bases no momento.

“Nos últimos dias e diante das ameaças e ações do Irã, o departamento de Defesa adotou todas as medidas apropriadas para defender nosso pessoal e seus parceiros. As bases estavam em alerta máximo diante das indicações de que o regime iraniano planejava atacar nossas forças e interesses na região”.

Hoffman acrescentou que os Estados Unidos tomarão “todas as medidas necessárias para proteger e defender o pessoal americano, parceiros e aliados na região”.

Resposta

Segundo a TV estatal em Teerã, o ataque foi uma resposta à morte do general iraniano Qasem Soleimani, atingido por um míssil disparado por um drone americano na sexta-feira passada, em Bagdá.

“Os Guardiões da Revolução confirmaram o ataque a uma base no Iraque com dezenas de mísseis”, e ameaçaram com “respostas ainda mais devastadoras” em caso de resposta americana.

Entre os futuros alvos dos Guardiões estariam “Israel” e “governos aliados” dos Estados Unidos.

Em seu comunicado, os Guardiões aconselham “o povo americano a chamar de volta suas tropas na região para evitar novas perdas”, e a “não permitir que a vida dos soldados seja ameaçada pelo ódio” do governo em Washington.

Segundo fontes iraquianas, o ataque ocorreu em três ondas logo após a meia-noite local e ao menos nove mísseis atingiram a base de Ain al-Assad.

Aviões de combate não identificados sobrevoaram Bagdá na madrugada de quarta-feira, constataram os jornalistas da AFP na capital iraquiana.

Washington

A Casa Branca revelou que o presidente americano, Donald Trump, foi informado do ataque e acompanha a situação de perto.

“Estamos a par dos ataques a instalações dos Estados Unidos no Iraque. O presidente foi informado e está monitorando de perto a situação e consultando sua equipe de segurança nacional”, informou a porta-voz Stephanie Grisham.

A líder do Partido Democrata na Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, declarou que os Estados Unidos “devem garantir a segurança dos membros das nossas forças, deter as provocações desnecessárias da administração e exigir que o Irã para com sua violência”.

Segundo Pelosi, “os Estados Unidos e o mundo não podem se permitir a guerra”.

O congressista Eliot Engel, presidente do Comitê de Relações Exteriores, disse à CNN que os ataques “podem muito bem” significar que os Estados Unidos estão em guerra.

O ataque derrubou as Bolsas asiáticas na manhã de quarta-feira.

Por volta das 10H15 local, a Bolsa de Tóquio recuava 2,44%, Hong Kong perdia 1,35%, Xangai, 0,47%, e Shenzhen, 0,63%.

Já os preços do petróleo subiam com força no marcado asiático. O barril do WTI era cotado a 65,54 dólares, em alta de 2,84 dólares ou 4,53%.

 

Fonte: Jornal O Estado de Minas


Redacao5 de janeiro de 2020
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5min00

Pelas rodovias da cidade de Batlow, em Nova Gales do Sul, moradores flagram dezenas de corpos carbonizados ou enegrecidos de animais às margens das pistas. A região foi uma das mais atingidas pelo fogo durante a noite desse sábado (04/01/2020). Um vídeo devastador foi compartilhado nas redes sociais, mostrando cangurus, coalas e ovelhas mortos por conta dos incêndios descontrolados que avançam pela Austrália.

Algumas imagens que viralizaram foram enviadas pelo Batlow Hotel, que mostravam carcaças de ovelhas empilhadas. Segundo relatos de moradores, momentos antes, os animais tentavam derrubar as cercas para fugir.

Na Ilha Kangaroo, a terceira maior da Austrália, as autoridades estimam que ao menos metade da população de coalas que não sofrem doenças fatais e são essenciais para “assegurar” o futuro da espécie foram mortos depois que os incêndios devastaram o santuário desses animais. As informações foram confirmadas por serviços de resgate da região.

A região, formada quase totalmente por reservas naturais, abrigava uma população de cerca de 50 mil espécimes.

Embora os incêndios tenham diminuído neste domingo (05/01/2020), as condições permaneceram “voláteis” e dinâmicas em vários locais, segundo o comissário de bombeiros rurais de Nova Gales do Sul (NSW), Shane Fitzsimmons.

A premiê Gladys Berejiklian disse que, na manhã de hoje, as autoridades não registravam mais desaparecidos na NSW. “Isso é um grande alívio. Nossa missão ontem foi salvar a vida. Nossa missão durante a noite era salvar a vida humana”, explicou.

Com mais de quatro milhões de hectares de terra queimados em todo o país, há temores de que algumas das espécies nativas do país possam estar à beira da extinção. As autoridades sugeriram que os incêndios podem ter levado à morte mais de 500 milhões de animais.

Risco no resgate

As populações de coalas da Ilha Kangaroo são potencialmente as únicas na Austrália e por isso a própria população se mobiliza como pode para tentar salvar os bichos. No entanto, como estes animais geralmente são infectados com clamídia, as autoridades pedem aos habitantes que não levem animais feridos para o continente, pois podem contrair a doença.

“É compreensível e encorajador que as pessoas queiram resgatar esses animais, mas infelizmente isso significa que esses coalas não podem sair da ilha por causa do risco de contaminação da população local”, afirmou o coordenador de recuperação de incêndios florestais do Departamento de Meio Ambiente, Brenton Grear, ao Daily Mail.

Devastação

Imagens tiradas de satélites no espaço, nesse sábado (04/01/2020), mostram espessas nuvens de fumaça tóxica que se elevam pela atmosfera com o avanço dos incêndios catastróficos na Austrália.

Veja vídeo

Posted by The 'new' Batlow Hotel on Saturday, January 4, 2020


Redacao4 de janeiro de 2020
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7min00

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está divulgando que a cotação da arroba (15 quilos) do boi gordo diminuiu de valor no final de dezembro, queda média de 15%. Conforme levantamento periódico do Mapa, a arroba do boi gordo estava cotada a R$ 180 no último dia 30. No início do mês passado, chegou a R$ 216.

Conforme o ministério, o preço da carne vai reduzir para o consumidor final. O cenário “indica uma acomodação dos preços no atacado, com reflexos positivos a curto prazo no varejo”, descreve nota que acrescenta que a alcatra teve “4,5% de queda no preço nos últimos sete dias.”

Segundo projeções do Mapa, a arroba vai ficar entre R$ 180 e R$ 200 nos próximos meses, dependendo da praça. A queda do valor interrompe a alta de 28,5% que salgou o preço da carne nos últimos seis meses. A perspectiva, porém, é de que o alimento não volte ao patamar inferior. “Estamos fazendo a leitura de que isso veio para ficar, um outro patamar do preço da carne”, avalia o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

“Eu tenho certeza que o preço não volta ao que era”, concorda Alisson Wallace Araújo, dono de dois açougues e uma distribuidora de carne em Brasília. Segundo ele, no Distrito Federal, o quilo do quarto traseiro do boi estava custando para açougues e distribuidoras de carne R$ 13,50 há seis meses. Chegou a R$ 18,90 em novembro, e hoje está em R$ 17,70.

Estabilização dos preços

Há mais de uma razão para a provável estabilização dos preços em valores mais altos do que há um ano. O mercado internacional tende a comprar mais carne brasileira, os produtores estão tendo mais gastos ao adquirir bezerros e a eventual recuperação econômica favorece o consumo de carne no Brasil.

No último ano, beneficiado pela perda de rebanhos na China e pela alta do dólar, o Brasil ganhou mercado e vários frigoríficos foram habilitados para vender mais carne no exterior. Só em novembro, mais cinco frigoríficos foram autorizados pelos chineses a exportar carne. Em outros países também houve avanços. Mais oito frigoríficos foram aceitos pela Arábia Saudita no mesmo mês.

A carne brasileira é competitiva no mercado internacional porque é mais barata que a carne de outros países produtores, como a Austrália e os Estados Unidos, cujo o gasto de criação dos bois é mais oneroso por causa do regime de confinamento e alimentação. O gado brasileiro é criado solto em pasto.

O Brasil produz cerca de 9 milhões de toneladas de carne por ano, 70% é consumida internamente. Mas a venda para o exterior é atrativa para os produtores e pressiona valores. “A abertura de um mercado que comece a receber um produto brasileiro ajuda o criador na formação de preço”, descreve Farnese.

A alta recente dos preços do boi está viabilizando a renovação do gado quando o preço dos bezerros está valorizado. A compra dos bezerros é necessária para repor o gado abatido nos últimos anos, inclusive de vacas novilhas.

Além disso, em época de chuva, com pasto mais volumoso, os pecuaristas vendem menos bois e mantém os animais em engorda, o que também repercute na oferta e no preço do alimento. “Os criadores não se dispõem a vender porque têm alimento barato para o gado”, assinala o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

O comerciante Alisson Wallace Araújo acredita que com a recuperação da economia e diminuição do desemprego, haverá mais demanda por carne ao longo do ano. “É uma crescente”, diz Araújo. Ele, no entanto, não acredita em alta nos próximos meses. Em sua opinião, o consumo de carne diminui em janeiro por causa das férias e gastos sazonais das famílias (como impostos e material escolar) e depois do carnaval por causa da quaresma (período em que os católicos diminuem o consumo de carne).

Agência Brasil


Redacao4 de janeiro de 2020
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4min00

O ano de 2020 promete mais dias de descanso do que 2019. Dos 12 feriados nacionais, 11 caem em dias de semana e dez podem ser emendados com sábados e domingos. A lista não inclui os feriados estaduais e feriados municipais.

As exceções aos feriados colados ao fim de semana são 1º de janeiro (Confraternização Universal), caindo em uma quarta-feira; 21 de abril (Tiradentes), que será em uma terça-feira e o Corpus Christi (11 de junho), que sempre cai às quintas-feiras 60 dias após a Páscoa.

Páscoa e carnaval são feriados alongados em todos anos. A Paixão de Cristo (sexta-feira) será no dia 10 de abril. A segunda-feira e a terça-feira de carnaval cairão nos dias 24 e 25 de fevereiro, respectivamente.

Além desses dias, os brasileiros poderão emendar com o fim de semana o Dia do Trabalho (1º de maio) que cai numa sexta-feira, assim como o Natal (25 de dezembro).

Para quem não gosta das segundas-feiras, a boa notícia é que os feriados da Independência do Brasil (7 de setembro), de Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro) e de finados (2 de novembro) cairão nesse dia da semana. Com tanto feriado, há quem preveja perdas econômicas. “O varejo nacional deve deixar de faturar R$ 11,8 bilhões em 2020 por causa de feriados nacionais e pontes ao longo do ano. O total é 53% maior do que a perda prevista para 2019, de R$ 7,6 bilhões”, calcula a Federação do Comércio de São Paulo.

Outros setores de atividade econômica festejam como é o caso do turismo. “No ano passado, os feriados prolongados resultaram em 13,9 milhões de viagens, que injetaram R$ 28,84 bilhões na economia brasileira”, soma o Ministério do Turismo (MTur).

Segundo a pasta. “o feriado de [1º de] maio movimentou [em 2019] R$ 9 bilhões na economia e resultou em 4,5 milhões de viagens. Já o 12 de outubro foi um dos mais movimentados do ano com a realização de 3,24 milhões de viagens domésticas e impacto econômico de R$ 6,7 bilhões nos destinos visitados”. O MTur ainda não fez projeção do impacto dos feriados de 2020 em venda de passagens, hospedagens e passeios.

O ano que começa é ano bissexto e, portanto, tem um dia a mais, mas esse não descontará as folgas proporcionadas pelos feriados nos dias de semana. O dia 29 de fevereiro cairá em um sábado.

CALENDÁRIO / FERIADOS 

Fonte Agência Brasil


Redacao3 de janeiro de 2020
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3min00

Com a crise instalada entre Estados Unidos e Irã, Mato Grosso tem mais a perder comercialmente se o Brasil se posicionar a favor do país comandado por Donald Trump, do que caso se mantenha ao lado do país administrado por Hassan Rouhani. A tendência é que caso o conflito alcance projeções mais drásticas, o Brasil se posicione a favor dos EUA, e isso pode significar perdas econômicas preponderantes para a balança comercial do Estado.

De janeiro a novembro de 2019, o Irã pagou US$ 738,9 milhões pelos produtos mato-grossenses. A maior parte do investimento se deu na compra de cereais e farinhas, totalizando US$ 358 milhões no período. O país, situa-se como o 3º maior mercado consumidor dos produtos mato-grossenses, ficando atrás de Vietnã e da imbatível, China, que gastou quase US$ 5 bilhões comprando commodities do Estado, conforme dados do Ministério da Economia e do Agrostat.

Já os EUA, que é um dos principais concorrentes do Brasil na produção de alimentos, desembolsou apenas US$ 30,8 milhões com produtos mato-grossenses. O valor ainda foi generoso se comparado com o pago pelas exportações em 2018, que foi de apenas de US$ 501 mil por produtos agrícolas.

No quesito importação, apesar dos Estados Unidos ser um importante parceiro comercial do Brasil e de Mato Grosso, o Estado tem cada vez mais diversificado sua relação comercial.

Em 2018, o maior volume de compras feitas por Mato Grosso no mercado internacional foi do Canadá, com US$ 285,9 milhões em negociações. Em 2019, com dados até novembro, os contratos somaram US$ 259,9 milhões.

Dos EUA, Mato Grosso importou US$ 245 milhões, enquanto que no ano anterior foram US$ 186 milhões. Já a Rússia foi o país com maior valor negociado com Mato Grosso em relação às importações, somando US$ 301 milhões.

Entenda o conflito

Os Estados Unidos já vem a algum tempo tentando minimizar o Irã nas relações internacionais com o Oriente Médio. As tensões ficaram mais evidentes nesta quinta (2), quando após ataque das forças armadas norte-americanas, foi assassinado o ministro Qasem Soleimani, do primeiro escalão do governo iraniano. A situação tem provocado tensão em todo o mundo, visto que o Irã promete responder aos EUA, e isso, transformar-se em uma guerra com proporções mundiais.

 

RD NEWS


Redacao7 de dezembro de 2019
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2min00

O portal especializado Mundo Rural Business, que faz análise de mercado com foco nos produtores rurais e pecuaristas, mostra que as exportações de carne de janeiro a novembro foi de 1,64 milhão de toneladas, aumento de 20% no faturamento de exportadores brasileiros em um 1 ano e de 50% em 5 anos e o valor recorde de R$ 15.807,00 por tonelada exportada.

Para o analista de mercado Júlio Brissac, éimportante documentar o aumento da exportação, mas este não é o único fator que levou ao aumento do preço da arroba do boi. “O que de fato coloca mais preço na arroba que você produz é a oferta abaixo das necessidades de demanda”.

A análise mostra que os grandes frigoríficos tentam distorcer as informações para convencer os pecuaristas a aumentarem a oferta e novamente derrubar o valor do gado gordo em todos os estados brasileiros.

O preço final para os consumidores, por outro lado, não reflete o valor médio mais baixo da vaca gorda pago pelos frigoríficos. A carne de boi é mais cara que a carne de vaca, com diferença de R$ 15,00. “Se compraram mais barato, essa diferença deveria chegar ao bolso do consumidor”, alerta.

“Os grandes frigoríficos querem boi no Brasil, na primeira perna da safra de 2020, na linha de 200 reais, e a vaca abaixo de 190. Vão conseguir? Depende dos movimentos do produtor de gado do Brasil”.

Veja análise completa:

 

Fonte: Caldeirão Politico


Redacao4 de dezembro de 2019
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4min00

A produção industrial brasileira cresceu 0,8% em outubro, na comparação com setembro, puxada principalmente pelos produtos alimentícios e farmacêuticos, segundo divulgou nesta quarta-feira (4) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Trata-se da terceira alta mensal seguida e do melhor resultado para outubro desde 2015, quando houve avanço de 1,5%.

Na comparação com outubro do ano passado, a indústria avançou 1%, resultado um pouco mais fraco que o de setembro (1,1%), quando interrompeu 3 meses consecutivos no vermelho na comparação interanual.

No ano, setor ainda acumula queda

No acumulado no ano, entretanto, o setor industrial ainda acumula queda de 1,1%. Em 12 meses, houve uma redução da intensidade de perda, ao passar de -1,4% em setembro para -1,3% em outubro, mantendo trajetória de recuperação.

Perspectivas

O Produto Interno Bruto (PIB) industrial avançou de 0,8% no 3º trimestre, na comparação com o 2º trimestre, segundo divulgou n a véspera o IBGE. O resultado, porém, foi sustentado pelo desempenho da indústria extrativa e construção civil. O PIB da indústria da transformação registrou queda de 1%, afetado principalmente pela queda das exportações.

“O ramo da indústria de transformação, que ao produzir bens mais complexos e intensivos em tecnologia estabelece grande número de vínculos com outras atividades econômicas, voltou a ficar no vermelho sob qualquer ângulo de análise. Esta é uma razão do porquê a recuperação da economia como um todo teima em não ganhar vigor”, avaliou, em nota, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

Os economistas das instituições financeiras continuam projetando uma queda de 0,70% na produção industrial no consolidado de 2019, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central.

Para o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de 2019 do Brasil, a previsão do mercado é de uma alta de 0,99%, mas parte dos analistas já passaram a estimar crescimento acima de 1% no ano, após o resultado do 3º trimestre vir acima das expectativas.

Fonte: G1/MT


Redacao3 de dezembro de 2019
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5min00

 analista de pecuária do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Marianne Tufani, avalia que o preço da carne bovina no Estado deve demorar a abaixar. Além do aumento da exportação para a China, o ciclo pecuário também é responsável pela redução do estoque de animais. Além disso, ela também afirma que o preço não diminuirá em decorrência das comemorações de final de ano.

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) já havia avaliado que o preço da carne para o consumidor mato-grossense deveria subir em decorrência da habilitação de mais plantas frigoríficas do Brasil para venda de carne para a China.

Segundo a Acrimat, é uma questão de aumento da demanda em relação à oferta disponível, mas que os preços poderiam se estabilizar futuramente, com o aumento da produção. No entanto, a analista de pecuária do Imea, Marianne Tufani, afirma que a perspectiva de aumento de estoque não é positiva.

“Geralmente com o aumento da oferta o mercado acaba se equilibrando, mas esta redução de estoque de animais já era esperada de certa forma, porque estamos vendo que está tendo uma inversão no ciclo pecuário, que é um movimento comum que ocorre ao longo dos anos”, disse.

“Ocorre em torno de quatro ou dois anos, em que há um aumento do abate de fêmeas e cerca de dois anos depois observamos a redução de estoque de animais, porque abate mais matrizes e consequentemente reduz o mercado de boi gordo. E este ano inclusive temos visto bastante novilhas sendo abatidas, que poderiam ser futuras matrizes, então para o ano que vem e para o próximo a perspectiva é que não venha aumentar tanto a oferta de animais”, explicou.

A analista ainda afirma que, além do aumento da demanda externa, neste ano os preços não devem cair em decorrência das comemorações de Natal e ano novo, tanto para carne suína, mais utilizada tradicionalmente, como da bovina, que também acaba sendo bastante consumida.

“Pelo menos até o final do ano a gente não acredita que vai ter alguma retração [no preço], mas muito pautada pela demanda externa, que está bem alta. A gente tem acompanhado que até a quarta semana tem caído as exportações, eu acredito que seja mais pela falta de oferta de animal do que pela própria demanda, que está aquecida, mas a gente tem outro fator que acaba colaborando também com a sustentação dos preços, que é o final do ano”.

Tufani ainda afirmou que outros fatores podem acabar mudando o cenário, como o Governo tem estudado, mas que a perspectiva é que o preço se estabilize, ou aumente.

“Pode ser que haja um equilíbrio do mercado, a própria ministra disse que pode ser que importe animais de outros lugares para equilibrar o mercado, mas ainda assim já entramos em um outro patamar de preços, acreditamos nesta sustentação se este cenário permanecer. Se realmente os estoques de animais permanecerem baixos, devido ao ciclo pecuário e aumento das exportações, principalmente para a China, acreditamos que as cotações tem tendência a aumentar, ou pelo menos manter neste patamar”, disse.

Fonte: Olhar Agro & Negócios



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