CPI DA PREVIDÊNCIA

Liquidante do Ipemat frustra expectativa dos parlamentares

Assim como na oitiva anterior, depoimento prestado na tarde de terça-feira pouco esclareceu sobre a extinção do órgão
CPI oitiva deputados

A segunda oitiva da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência aconteceu na tarde  de terça-feira (1), às 14 horas, durante a 7ª reunião ordinária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O depoente, desta vez, foi um dos liquidantes extrajudiciais do extinto Instituto de Previdência do Estado de Mato Grosso (Ipemat), o contador Sebastião Rodrigues da Silva.

Antes dele, os parlamentares haviam inquirido o outro liquidante do órgão, Anélio Goduberto de Andrade, que não contribuiu com muitas informações. “O depoente chegou ao final do processo de liquidação do Instituto e pouco colaborou conosco. Esta outra pessoa, que trabalhou anteriormente a ele, deverá sanar as dúvidas do que aconteceu com a liquidação do Ipemat”, afirmou o presidente da CPI, deputado João Batista (Pros), antes da oitiva do outro liquidante.

Entretanto, as expectativas acabaram frustradas e Sebastião Rodrigues da Silva também pouco acrescentou às investigações. Contou que o patrimônio do Ipemat foi absorvido pelo Estado após a extinção – imóveis foram cedidos a diversos órgãos públicos e os equipamentos médico-hospitalares e odontológicos destinados à Secretaria de Estado de Saúde (SES).

De “novo”, revelou apenas que a liquidação deixara um saldo de R$ 4 milhões empenhado a pagar, em serviços médicos terceirizados – herança do falecido governador Dante de Oliveira -, que o sucessor Blairo Maggi teria recusado a quitação. Ele não soube dizer se a dívida acabou paga.

O Ipemat foi extinto em 11 de julho de 2003 pelo então governador Blairo Maggi, o qual sancionou a Lei Complementar nº 126, que unificou o Sistema Previdenciário do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso.

Assessoria ALMT

Jota Jota Nascimento


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